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Manifesto #3 - Da sodomia elefantina: não-monogamia & outros microfascismos

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  oVerborrágico Da sodomia elefantina: não-monogamia & outros microfascismos Por Vantos Ilustração de Salomão Cardoso Deambulava, então, entre o pululante sobe e desce das ladeiras e degraus infinitos, duma Lisboa recolonizada, ali pelos arredores da Baixa Chiado, este tal pronome pessoal: eu. Não passara nem das nove da noite duma quinta-feira ataráxica, quando do avistamento de um elefante cor-de-rosa, esculpido no que parecia ser gesso e posto por cima de um barril de carvalho francês envelhecido.  O quê que é isto? Interrogara-se o  Je  ao  Moi : Bordel? Drogaria lisérgica extralegal? Ateliê para ex-dependentes químicos escoceses? Smart fit? Minibox 3 irmãos? Assembleia de Deus? Sabia lá o tal eu, mas era precisamente naquele momento – “terra à vista” – o preâmbulo de longas presepadas vindouras, no que revelar-se-ia como o Delirium Café.  Ora, boa cerveja belga, despejada por torneiras às canecas, sendo cada uma daquelas sobrepostas por várias mini...

Proto-abstrações: Capitalisme et Schizophrénie ou fundamentos de uma antissociologia da Guerra.

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  o  verbo -rrágico por  Vinícius Barriga 24 de maio de 2024   Proto-abstrações: Capitalisme et Schizophrénie ou fundamentos de uma antissociologia da Guerra   O aparecer fenomênico repentino destas verborragias  –  e da imagem do velho rágico – marca o caráter intrinsicamente  intempestivus  deste contra espaço virtual-discursivo. Eis esta inadequação persistente e interessada, movida pela aleatoriedade desencontrada da (in)conveniência – refiro-me a este amorfismo assombroso que faz-nos aparecer periodicamente ora como críticos culturais, musicólogos de botequim, glossaristas, apologéticos da polêmica, expositores do implícito, voyeurs, ou ora como etnógrafos das produções diárias do imaginário público (i.e. fofoqueiros). Pois bem, paradoxalmente talvez a unicidade significativa disto aqui seja mesmo a constatação da fragilidade dos nossos próprios pés de barro, sob a acidez verborrágica como eterna negação de si.    Crying in ant...